CGJPB realiza terceira auditagem eletrônica

CGJPB realiza terceira auditagem eletrônica

A terceira auditagem eletrônica da Corregedoria-Geral de Justiça está em pleno andamento. O sistema Audit-CGJ entrou no ar na última sexta-feira (6), dentro do portal da Corregedoria. A ferramenta foi desenvolvida pela equipe de Expediente e Tecnologia da Informação do Órgão Correcional, em parceria com a Diretoria de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça da Paraíba.

Os magistrados e chefes de cartório poderão acessar o sistema e submeter as informações referentes à auditagem por meio do link: https://www.tjpb.jus.br/intranet/auditagem-eletronica até o dia 31 de março. Cada unidade judiciária terá até o dia 30 de abril para cumprir os provimentos lançados nos processos.

Segundo informações da TI da Corregedoria, a auditagem eletrônica fornece o quantitativo de processos que estão em atraso em todas as varas do Estado, de forma rápida, segura e eficiente. Além da listagem, os responsáveis pelo preenchimento respondem sobre realização de audiências, expediente forense, pontualidades e outras questões relacionadas à infraestrutura da unidade. Esses dados serão de grande valia para alimentar o Banco de Dados do Audit-CGJ, como também, visualizar graficamente por meio de um Business Intelligence (BI) como estão as unidades judiciárias da Paraíba.

O juiz-corregedor Antônio Silveira explicou que as auditagens estão previstas no artigo 19 do Código de Normas Judicial da Corregedoria e são realizadas duas vezes ao ano, nos meses de março e setembro. A novidade é que nesta nova gestão está sendo feita de maneira eletrônica. “A auditagem tem por objetivo realizar uma rápida radiografia da unidade judiciária, verificando os processos dos últimos seis meses, e, em especial, os processos paralisados há mais de 100 dias. É dever do magistrado e do chefe do cartório preencher esse formulário eletrônico, que está disponível no site da Corregedoria, e, uma vez sendo preenchido, vai fazer com que os provimentos eletrônicos já lançados possam ser registrados em ata”, afirmou.

De acordo com Antônio Silveira, a importância desse sistema é que, além de fazer um panorama da Vara nos últimos seis meses, permite que o juiz possa trabalhar com prioridade nos processos que estão paralisados há mais de 100 dias. “Esse é um instrumento que a Corregedoria usa para medir o grau de eficiência das unidades e, também, é um bom instrumento para o juiz organizar os seus trabalhos e cobrar mais efetividade da sua unidade judicial”, destacou.

Fonte: TJPB



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