Covid-19: corregedor avalia atuação da CGJRN durante a quarentena

Covid-19: corregedor avalia atuação da CGJRN durante a quarentena

O corregedor geral de Justiça, desembargador Amaury Moura, realizou uma videoconferência nesta terça-feira (28) com juízes corregedores e assessores para fazer um balanço das atividades da Corregedoria durante os primeiros 40 dias da quarentena imposta pelo novo coronavírus (Covid-19). Durante o encontro foram apresentadas as estatísticas de produtividade de cada um dos setores da CGJ durante a pandemia, bem como discutida a necessidade contínua de aprimoramento das atividades durante este momento, de forma a não comprometer as metas traçadas pelo órgão para o ano de 2020.

Como desafio posto neste momento, a necessidade de qualificar a prestação de serviço da Corregedoria por meio da transformação digital. Um exemplo é que o número de correições e de processos analisados cresceu durante o isolamento.

Durante a quarentena, o recurso das videoconferências tem sido utilizado por diversas vezes para dar continuidade às tratativas da Corregedoria com outros órgãos e instituições. Foram feitas reuniões virtuais para discutir temas como ações voltadas para o sistema carcerário com a crise do coronavírus; discussão de solução para a continuidade das atividades dos cartórios; implantação de novos sistemas eletrônicos; e discussão de uma vara regionalizada e da secretaria unificada para a área da Execução Penal.

Entre os dados apresentados, a Corregedoria viu o aumento de demandas relacionadas aos cartórios, sobre questões como a forma de prestação de serviço durante a suspensão do atendimento presencial e sobre soluções tecnológicas como o selo digital e a Central Eletrônica de Cartórios. Também foi registrado um aumento de demandas de magistrados, sobre cumprimento de plantões de forma remota e alterações de períodos de férias e folgas.

As estatísticas indicam também a necessidade permanente de adaptação neste momento. Segundo a gestão, é necessário definir metas mais claras por setor e focar em atividades de impacto, de forma a resolver diretamente os problemas e assim fazer o processo produtivo andar. Da mesma forma, readaptar o processo de trabalho e redistribuir demandas para equilibrar a atuação dos setores da CGJ.

Fonte: CGJRN



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