Corregedora-geral participa de mesa-redonda socializando experiências do exercício da magistratura no interior do Amazonas

Desembargadora Nélia Caminha e demais magistradas da Corte Estadual participaram de evento realizado pela Esmam e que teve como público-alvo, juízas recentemente empossadas

A corregedora-geral de Justiça do Amazonas, desembargadora Nélia Caminha participou, na última quinta-feira (17), do evento virtual “Magistradas no Interior: Lições e Experiências”, promovido pela Escola Superior da Magistratura do Amazonas (Esmam). A mesa-redonda, direcionada às juízas recentemente empossadas no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), foi realizada por videoconferência em função das medidas de prevenção à covid-19.

Além da corregedora-geral, compuseram a mesa-redonda as desembargadoras aposentadas Liana Belém e Marinildes Costeira de Mendonça Lima; as desembargadoras Graça Figueiredo, Socorro Guedes, Carla Reis, Onilza Abreu Gerth (juíza convocada para atuar como desembargadora) e Joana Meirelles, vice-diretora da Esmam e mediadora do evento. Todas elas contaram um pouco dos desafios que enfrentaram quando atuaram no interior do estado e das situações que contribuíram para o seu crescimento na magistratura e também como pessoa.

Em seu momento de fala, a corregedora-geral Nélia Caminha pôde compartilhar situações e dificuldades que teve de enfrentar no início da carreira, e desejou às novas magistradas êxito e sucesso nas comarcas do interior.

Atuante na magistratura desde 1989, a desembargadora foi juíza substituta em Humaitá em seu ano de ingresso, e titular nas comarcas de Careiro Castanho e Careiro da Várzea anos depois, já como juíza de Direito de 1ª Entrância.

“Eventos desta natureza são enriquecedores, tanto como ferramenta de integração com as colegas magistradas, quanto como valorização da longa e honrosa carreira de cada uma de nós. Desejo êxito para todas e seguimos trabalhando para uma magistratura cada vez mais forte e agregadora”, afirmou a corregedora-geral.

As demais magistradas que integraram a mesa-redonda, também socializaram experiências e enalteceram o exercício da magistratura como instrumento de cidadania.

Fonte: CGJAM



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