Corregedor do MA defende cumprimento de metas para fortalecer o Judiciário nacional

Na oportunidade, o desembargador salientou a necessidade de uma maior implementação tecnológica e a introdução de Inteligência Artificial

A “Contribuição da Gestão Judicial para a Construção de um Judiciário Eficaz” foi uma das palestras apresentadas durante o segundo dia do 84º Encontro dos Corregedores dos Tribunais de Justiça do Brasil (Encoge). O corregedor-geral da Justiça do Maranhão, desembargador Paulo Sérgio Velten Pereira, apresentou alguns hábitos que devem ser cultivados dentro do Poder Judiciário, de forma a fortalecer e aprimorar cada vez mais as atividades realizadas na instituição.

Para o desembargador, melhorar a percepção, confiança e avaliação da sociedade no Judiciário brasileiro é uma das principais metas, sobretudo, na busca por uma instituição mais eficaz. “Precisamos revigorar a nossa esperança em dias melhores, em um Judiciário menos congestionado, mais ágil, cooperativo e comprometido com o resultado”, destacou o corregedor.

O desembargador Paulo Velten destacou a necessidade da implementação do recurso de digitalização integral do acervo de processos físicos, bem com posteriormente promover a introdução de instrumentos de Inteligência Artificial, uma vez que estabeleceria o aprimoramento do serviço e a redução do tempo de resposta.

Aspectos qualitativos que precisam ser reproduzidos pelos magistrados também foram apontados durante o painel. O implemento do princípio da autoadministração foi pontuado como primordial nesse processo de gestão dentro do Poder Judiciário. Criar uma rotina de trabalho, abandonar o excesso, ou seja, o juiz precisa cortar aquilo que é supérfluo e se dedicar mais ao essencial, bem como cultivar uma boa redação, clareza e objetividade em todas as atividades que são desempenhadas.

“Somente com uma boa administração da Justiça é que teremos um Poder Judiciário gerador de confiança, eficiente e eficaz, o primeiro tem a ver com o processo e o último tem a ver com o fim, com o resultado. As Corregedorias da Justiça do Brasil precisam liderar esse processo, pois compete cuidar da orientação e funcionamento, sendo o seguimento mais sobrecarregado do Poder Judiciário brasileiro”, pontuou o desembargador.

Fernanda dos Santos -Ascom CGJAL



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