Colégio de Corregedores envia mensagem a Corregedoria de Pernambuco

Imagem da primeira metade do século XX com destaque para a fachada do Grande Hotel, onde atualmente funciona o Fórum Thomaz de Aquino Cyrillo Wanderley, sede da Corregedoria

Colégio de Corregedores envia mensagem a Corregedoria de Pernambuco

O Colégio Permanente de Corregedores-Gerais dos Tribunais de Justiça do Brasil (CCOGE) enviou mensagem à Corregedoria Geral da Justiça de Pernambuco (CGJPE) pelos 50 anos de instalação do órgão no Estado. O texto, com os parabéns pelas atividades desenvolvidas pela instituição pernambucana, foi encaminhado pelo corregedor-geral da Justiça do Estado do Maranhão e presidente do CCOGE, desembargador Paulo Velten:

“Às Corregedorias Gerais da Justiça dos Estados tocam, essencialmente, o trabalho de orientação, funcionamento e disciplina do serviço da Justiça de 1º grau, repositório do maciço das ações em tramitação no Poder Judiciário brasileiro. Com a crise sanitária gerada pelo novo coronavírus, as dificuldades de funcionamento da Justiça, que já eram gigantescas, foram agravadas, razão pela qual, mais do que nunca, as Corregedorias precisam se fazer presentes, cobrando o atendimento de metas, a adaptação à nova realidade de trabalho remoto e o compromisso republicano de juízes e servidores com a continuidade do serviço de prestação jurisdicional. E, nesse particular, apraz-me louvar o grande trabalho desempenhado pela cinquentenária Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Pernambuco que, sob a competente liderança do desembargador Luiz Carlos de Barros Figueiredo, tem atuado com destaque na área de tecnologia da informação, subsidiando as demais Corregedorias brasileiras no desenvolvimento de ferramentas de inteligência artificial, fundamentais para o aumento de produtividade no universo de controvérsias jurídicas repetitivas. Parabéns a todos os magistrados e servidores que fazem a Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Pernambuco!”

O presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e corregedor-geral durante o biênio 2018 – 2020, desembargador Fernando Cerqueira, escreveu sobre as funções desempenhadas pela CGJPE. “A Corregedoria é um dos órgãos mais importantes deste Tribunal. Responsável por fiscalizar, disciplinar, controlar e orientar os serviços judiciais do Estado de Pernambuco, é importante para o aprimoramento das atividades do Judiciário, além de atuar como órgão de fiscalização e orientação dos serviços extrajudiciais. O apoio dispensado pela Corregedoria a magistrados e servidores no desempenho de suas atividades é essencial para tornar a Justiça mais célere e melhorar o serviço prestado ao cidadão”, declarou o presidente.

As mensagens dos desembargadores Paulo Valten e Fernando Cerqueira fizeram companhia a de outros magistrados. O ouvidor-geral da Justiça de Pernambuco, desembargador Eduardo Sertório, destacou o empenho das equipes da CGJPE. “A instalação da Corregedoria Geral de Justiça, há 50 anos, é um marco em nossa história. Ao olhar o passado, verifico o quanto avançamos na transparência e no fortalecimento da cidadania. A CGJ é um exemplo de boas práticas, e sua importância tem o reconhecimento da sociedade. Parabenizo os ex-corregedores na pessoa do atual corregedor, o eminente colega Luiz Carlos de Barros Figueirêdo, e equipe, pela excelência do trabalho desenvolvido, fazendo com que a comemoração dessa data seja ainda mais significativa”, afirmou o ouvidor.

Já o diretor-geral da Escola Judicial de Pernambuco (Esmape), desembargador Adalberto de Oliveira Melo, falou sobre o legado da CGJPE. “Ao chegar aos 50 anos de instalação, temos a certeza de que a Corregedoria Geral da Justiça trouxe significativos ganhos para a prestação do serviço jurisdicional à população de Pernambuco e do Brasil. Neste Jubileu de Ouro, ficam nossos parabéns ao corregedor-geral, desembargador Luiz Carlos de Barros Figueirêdo, saudando seus antecessores, e às equipes que constroem a História deste importante órgão do Judiciário”, disse o diretor.

A coordenadora da Mulher do Judiciário de Pernambuco, desembargador Daisy Andrade, além da mensagem tradicional, escreveu um acróstico em homenagem ao Jubileu de Ouro da CGJPE. O poema é escrito a partir das letras iniciais de palavras, trazendo novos significados ao texto:

Vamos nos alegrar porque….

C omemorar 50 anos é
O orgulhosamente poder
R eviver trajetórias e
R eavivar as conquistas
E ternizadas através da
G estão de todos os que
E mpreenderam esforços
D edicando tempo e
O portunizando muitas
R realizações que foram
I dealizadas por uns e
A plicadas por outros.

G ratidão hoje é a
E sperança do amanhã,
R egada pelo desejo de
A vançar cada vez mais
L utando pelo grande

D esafio de melhor
A tender à justiça e aos

J urisdicionados, com
U nião de propósitos e
S ervindo cada dia e,
T odos os dias afastando
I ncertezas e dizendo:
Ç a va. “Está tudo bem”.
A lcançar as metas e

D esbravar caminhos na
E xpectativa de

P roporcionar conquistas
E speciais e poder
R enovar o entusiasmo,
N ada mais é do que
A creditar que a
M isericórdia e infinita
B ondade de Deus nos
U ne em toda e em
C ada nova
O portunidade. Avante.

“Parabéns a todos os que fazem e fizeram a Corregedoria e a nós a satisfação de juntos comemorarmos o seu Jubileu de Ouro. O papel da Corregedoria Geral da Justiça como órgão de apoio e acompanhamento das atividades de todos os que fazem o Poder Judiciário de Pernambucano, representa o compromisso com o desenvolvimento de uma justiça de excelência, capaz de alcançar pessoas e dar respostas efetivas para o bem comum”, enfatizou a magistrada.


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Atual fachada do Fórum Thomaz de Aquino, bairro de Santo Antônio, no Recife, onde funciona a Corregedoria da Justiça de Pernambuco

Há 50 anos, em 12 de janeiro de 1971, na Sala do Conselho de Justiça, no Recife, a CGJPE era instalada nos moldes da Resolução 10/1971 do TJPE. Embora juízes já atuassem na função de corregedor desde o século XVI, foi através desse ato que a unidade foi efetivamente criada. Coube ao desembargador João Baptista de Guerra Barreto exercer o cargo de corregedor-geral pela primeira vez no período de 12 de janeiro de 1971 a 6 de janeiro de 1972. Agora o cargo é exercido pelo desembargador Luiz Carlos de Barros Figueirêdo durante o biênio 2020 – 2022, sendo o trigésimo magistrado na função.

Em razão do enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, atividades para celebrar o Jubileu de Ouro da CGJPE estão previstas para o segundo semestre deste ano. Objetivo é realizar um evento com palestra, entrega de diploma comemorativo, apresentação cultural, dentre outros atos. A programação será divulgada oportunamente no novo site da Corregedoria.



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