Corregedores homenageiam personalidades da área jurídica durante encontro

Corregedores homenageiam personalidades da área jurídica durante encontro

Autoridades do Judiciário e personalidades foram homenageadas durante o 85º Encontro do Colégio Permanente de Corregedores-Gerais dos Tribunais de Justiça do Brasil (Encoge), realizado nesta quinta-feira, 25, em formato virtual. Em solenidade ocorrida durante a programação do evento, foi entregue a Medalha Desembargador Décio Erpen a ministros, desembargadores e outras personalidades.

A Medalha foi conferida aos novos membros do Colégio, na qualidade de membros efetivos, conforme estabelece o Regulamento da Medalha. As demais personalidades receberam a honraria como reconhecimento à contribuição dada ao Judiciário, seja no âmbito estadual ou nacional, tornando-se credores da homenagem.

Nesta 85ª edição do Encoge, receberam a Medalha Décio Erpen o desembargador Lourival Serejo (TJMA), o governador Flávio Dino (MA), o ministro Luiz Fux (STF), o ministro Alexandre de Moraes (STF), o ministro João Otávio de Noronha (STJ), o ministro Mauro Campbell (STJ), o ministro Moura Ribeiro (STJ), o desembargador Gilson Soares (TJMG) e o secretário-geral do CNJ, Valter Shuenquener.

O ministro João Otávio falou em nome dos homenageados, elogiou os trabalhos desenvolvidos e disse ter ficado honrado com o reconhecimento. Ele destacou a importância do encontro para o fortalecimento do Judiciário, uma vez que constitui um espaço de debates de ideias que contribuem para o aprimoramento da Justiça. Afirmou que frente ao cenário que assola a sociedade “é tarefa de todos, da sociedade, da opinião bem formada e responsável e da administração pública, sobretudo da Justiça, pois o país tem pressa”.

O ministro ainda enalteceu a posição central do Judiciário, em ter que dar respostas às crescentes demandas judiciais em meio ao cenário de pandemia, sobretudo aquelas relacionadas à saúde e às políticas públicas que ainda se mostram incapazes de acompanhar a realidade. Ele lembrou que o desafio é grande e que os tribunais precisam equilibrar segurança jurídica e efetividade, a fim de que os atos processuais não acarretem prejuízos nem ao sistema de Justiça e nem ao direito das partes.


Assessoria de Comunicação
Corregedoria Geral da Justiça
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